segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A saga do dvd - a crônica e a resenha

A crônica

Em 2004 o Blind Guardian lançou seu primeiro dvd ao vivo, contendo um show completo filmado em sua cidade natal. Fazia seis anos que a banda pretendia gravar algo do tipo, mas nenhum festival era adequado para seus requerimentos. Não sendo pouca coisa em matéria de bandas de metal, os alemães fizeram o mais "fácil": criaram seu próprio festival, em 2003, com eles como headliners, é claro. Deste nasceu "Imaginations through the looking glass".

Eu não tenho praticamente nenhum dvd das bandas que adoro. Com recursos escassos, sempre preferi comprar dois cds do que um dvd. A relação custo / benefício era maior. Por outro lado, desde o momento em que vi parte do dvd do Blind, sentado em uma balada esperando por um festival que atrasou quatro horas para começar, eu pensei "se eu comprar um dvd, será esse".

Mas o tempo passou e passou. Não comprei nenhum dvd, nem pedi de natal. Em pouco tempo, nem cd eu estava comprando mais (apenas pegando músicas emprestadas da Sra. Internet). Depois de ter colocado o tapa-olho de vez, procurei algumas vezes pelo "Imaginations...", mas sem sucesso. Até neste domingo.

De ressaca após dois dias de festas, só me restava gastar o dia com coisas inúteis. E uma delas foi uma visita em uma comunidade orkútica da banda, onde, finalmente, repousavam os links almejados. Dei sorte, até: em vez de um dvd-rip de um giga e meio, era "apenas" um .avi de 700 mega. Armado de paciência e de minha internet de 200k, iniciei a saga pelo tão sonhado show.

Cada parte do arquivo tinha seus 100 megabytes. À estupenda velocidade de 23 kb/s, demoravam uma hora e meia cada um. Mas foram vindo, aos poucos. Na segunda feira, finalmente, eu estava com as sete partes. Vírus verificados, arquivo descompactado, peguei meus quitutes, a Coca, carreguei o vídeo no Real Player e preparei-me para viajar duas horas no mundo fantasioso do quarteto alemão. E então começou a parte mais difícil.

Noventa por cento das vezes que eu baixo algum vídeo da net, ele vem bonitinho, funciona perfeitamente. Mas existem os dez por cento de erro. Que poderiam muito bem acontecer em um episódio qualquer do House de 150 mega. Mas ocorreu no dvd de 700.

Demora a surgir imagem. Quando surge, é desacompanhada de som. Já penso um "oh, merda", mexendo em todos os controles de áudio possíveis. Mas não é só isso. O vídeo vai e vem. Uma hora, está em velocidade normal. Em outra, entre em fast foward do nada, e o vocalista Hansi Kürsch parece a guria do Calypso dançando. Isso vai e vem, em toda a extensão das duas horas de vídeo. O Real Player não me fornece nenhum consolo em forma de controladores avançados de velocidade.

Calma, nem tudo está perdido. Com o salvador botão direito do mouse, busco minhas opções, e ali surge o bom e velho Media Player. Ajude-me, Santo Gates. Carrego e... mesma coisa. Decepção. Nova busca por controladores ilusórios. Neca.

Faço o básico. Fecho outros programas. Reinicio. Busco por soluções no Oráculo. Reclamo na comunidade, pensando em receber resposta em alguns anos, já que ela possui apenas 9 membros. Surpreendemente, o dono dela, possivelmente alguém desprovido de vida social, logo me responde. Com ele, tudo bem. Só pode ser culpa dos meus programas arcaicos. Fazer o que, tenho todos os mais atualizados. Que rodam em Windows Millenium, claro...

Essa era a hora de desencanar, ir trabalhar e deixar para ver em outro pc, outra hora. Os arquivos estavam na mão, era só ter alguma paciência. NÃO! Eu iria ver esse show, e seria no MEU computador, e AGORA.

Inicio a busca por soluções. A primeira é esotérica, mas já funcionou com outros vídeos. Uso um programa para converter o vídeo de .avi para outro formato, .wmv. Tempo estimado, 1:10. Hum, talvez não... Quem sabe de .avi para .avi não funciona, a conversão meramente consertando o que estiver de errado? 30 minutos de espera, apenas. Enquanto isso, finjo que trabalho, conversando com uma amiga no MSN.

O tempo passa e finalmente meu novo vídeo está pronto. Com uma marca d'água, que mais parece de nanquim, gigante que o programa deixa em todos os vídeos convertidos, que pode desaparecer pela cortesia de algumas dezenas de dólares. Bem, um vídeo com marca é melhor que nada, basta funcionar. Só isso.

E é claro que não funciona. Droga. Converter para outro formato, talvez? Arriscar mais horas em uma possibilidade vaga? Não, tem que haver um modo mais fácil...

Clicando botões direitos aleatórios, percebo algo interessante: por que aparece o Media Player duas vezes na lista de programas? Ora, se não tenho duas versões do programa no meu computador... Sem muita esperança, abro com o outro, só por desencargo de consciência. E, vejam só... Não é que o vídeo roda bem?

Exceto o pequeno detalhe da ausência de som.

Ora, mas quem vai querer som ao assitir um show de metal, não é?

*sucks*

Porém, isso me dá uma idéia. Lembro de ter visto alguém colocando apenas o áudio do show em outra comunidade. Se ele rodasse, não seria possível sobrepôr um com o outro, rodando dois programas ao mesmo tempo? É só ter alguma paciência para sincronizar o áudio com o vídeo, e tudo correrá normalmente.

Inicio o processo de baixar os dois arquivos, mais 150 mega. Enquanto isso, eu... Bem, eu trabalho de verdade! Para alguma coisa além de minha redenção eterna como fiel metaleiro o dia tem que servir.

Fim de downloads, descompacto eles. Alguém transformou o áudio do dvd em mp3, as vinte músicas estão todas lá, separadas, com em um disco.

Agora, muito próximo da realização, carrego o vídeo no Media Player. A outra versão do Media Player não abre simultaneamente com a primeira, então tenho que usar o Real Player para o áudio. Tudo carregado, começo o trabalho de tentar sincronizar. Junto com as imagens do palco imenso, a multidão se espalhando a perder de vista, surge o som da vinheta inicial, a genial "War of Wrath" já me arrepiando a pele. Os dois arquivos possuem duração quase idêntica, então apenas basta encontrar um ponto de referência para encaixá-los. Foguetes na entrada da banda, perfeito! Boto o som rolando, volto um pouco o vídeo e, quando as pipocas saltam do amplificador, dou o play.

E então estoura uma das grandes músicas do meu disco favorito da banda: "Time stand still (At the Iron Hill)" é uma cacetada que a multidão ovaciona com fúria. O vídeo rola em sincronia perfeita com o áudio, em uma rara sorte para uma primeira tentativa. Eu, na minha quitinete de centímetros cúbicos, ergo os braços e faço os chifrinhos clássicos com os dedos, me sentindo diretamente na Alemanha, e, finalmente, recompensado.

Pancadaria encerrada. Público em polvorosa. Banda sorrindo ao ser bem recebida. Coca Cola gelada. Paçoquita. Aguardo ansioso pela segunda pancada.

E, no momento em que estouram as luzes e saltam os músicos, o som pára por um segundo.

Hansi torce sua cara com agressividade. Mas o grito vem apenas depois. Thomas espanca a bateria, mas os tambores estão com "delay". Os guitarristas batem cabeça, mas estão com a cabeça em cima quando deveriam estar embaixo.

Maldito Real Player, que dá um pequeno salto ao trocar de faixa.

Um salto pequeno, quase insignificante.

Mas o suficiente para zoar toda a sincronia.

O primeiro pensamento é arrumar a sincronia de novo. Mas, diante da perspectiva de gastar um minuto de cada uma das próximas dezoito músicas sincronizando, só posso pensar em outra coisa.

Não tenho outros programas de Áudio no pc. Nem quero baixar outro. Olho para minhas pastas de utilitários, inerte. Nada parece propiciar uma saída consoladora. A não ser que...

Entro em um programa de edição de som, dos mais simplórios (mas não, não é o gravador de som do Windows). Abro a primeira música. Seleciono todo o conteúdo e copio. Fecho. Abro a segunda música. Tento colar a primeira nela. Sucesso. Fica um pequeno silêncio entre as duas faixas, que corto com o editor, fazendo os gráficos de ondas sonoras se unirem como marido e mulher novamente.

Sim, a solução é fazer isso com todas as músicas. Abrir uma por uma, ir copiando, colando no musicão e remover os problemas nos intervalos.

Após mais alguns minutos, sucesso. Tenho uma faixa de mp3 de 114 mega e duas horas e cinco minutos. Agora vai, não é possível.

Abro tudo de novo. Coca quente. Uso a primeira música, que já ouvi, para sincronizar. Novamente os aplausos no final. Lá vem a próxima...

E "Banished from Sanctuary" entre quebrando tudo nas caixas de som, desta vez com uma sincronia decente. Nem quero mais pensar em mexer nos arquivos. Quatro horas depois do planejado, quatro anos depois do primeiro desejo, eu vou ver o show do Blind!


A resenha

E é um puta show. Nada se compara a um show inteiro gravado em uma só noite, ao contrário daqueles discos ao vivo que pegam uma música de cada lugar do mundo onde a banda já tocou (como o próprio "Live" de 2003 do Blind). O público é imenso e está completamente selvagem, louco para cantar verso por verso com Hansi. Até a vinheta inicial é cantada, antes da banda entrar! 'Time stand still..." quebra tudo no começo. "Banished from Sanctuary" é a faixa de abertura do segundo disco da Banda, da época em que o som era puro speed metal, e faz juz ao rótulo. Nenhuma faixa do primeiro disco aparece, mas não fazem muita falta. A ampla discografia do Blind tem coisa de muito mais qualidade para oferecer.

A filmagem também é de alta qualidade, ainda mais se pensarmos que não é o show de uma banda "mainstream". São doze câmeras que não deixam escapar nada, iluminação de alto nível e efeitos pirotécnicos ocasionais, nos momentos certos (sem virar uma paródia circense como um shyow do Kiss).

Curiosamente, apenas três faixas (fora a vinheta inicial) aparecem do disco considerado pela maioria como a sua obra máxima, "Nightfall in Middle-earth". Compreensível, já que a banda tornou seu som cada vez mais complexo e elaborado com o tempo, e este álbum é recheado de corais, orquestrações, teclados, camadas e camadas de vozes e instrumentos. A banda está acompanhada de um tecladista no show, mas não o suficiente para compensar tudo. O último disco (na época), "A night at opera", sofre do mesmo "problema", então só duas músicas surgem (embora, além disso, este tenha dividido opiniões entre os fãs). Para compensar, o não menos clássico "Imaginations from the other side" é tocado praticamente na íntegra, apenas uma música ficando de fora.

Após as duas primeiras pancadas, a terceira música dá uma cadenciada, sendo exatamente uma das do "Nightfall..." e é... a própria "Nightfall"! Neste ponto é possível perceber os dois únicos reparos possíveis de serem feitos durante todo o show, de outra maneira irrepreensível. Primeiro, a presença de palco da banda não é top de linha. Hansi não é Bruce Dickinson para ficar correndo de um lado para o outro, nem Ozzy Osbourne para ficar berrando "c'mon, fuckers, louder!" a cada 10 segundos. Ele se move pouco (algo a ver com sua visível e legitimamente germânica barriguinha de chope?) e sua comunicação é mais através de sorrisos, expressões e gesticulações incitando o público (que não reclama e responde como se o vocalista fosse uma mistura de Bruce com Ozzy em uma overdose de anfetaminas). O segundo ponto é que ele tem que segurar a onda do seu vocal, em alguns momentos, principalmente nos agudos mais agressivos, para se manter intacto nas duas horas de show. Mas ele continua cantando pra cacete!

"Script for my requiem" segue detonando. É digno de nota o público, que, durante toda a duração do show (e não apenas nos minutos iniciais, ou nos maiores clássicos), canta a plenos pulmões, compensando com sobra a ausência de um coral "oficial" (apenas os prórios músicos fazem os backing vocals, como nos primeiros discos da banda).

Em seguida, vem outra do segundo disco, uma das mais clássicas, mas que eu nunca tinha dado muita bola. Até agora. É "Valhalla" que dá prosseguimento ao ritmo acelerado desse início de show. E então um momento mágico ocorre: ao final, a banda toca o refrão da música várias vezes, acompanhada pelo público. Então, vai baixando até ficar só a bateria e o público, cantando em altíssimo volume. Refrões e refrões depois, o batera dá uma virada e encerra a brincadeira, para extrema ovação do público, e felicidade absoluta da banda. E, então, no meio dos aplausos... O público volta a, espontaneamente, cantar o refrão! É perceptível o abismamento dos músicos, e Thomas volta a fazer o ritmo na bateria, para delírio de todos, até encerrarem de vez. São quatro minutos apenas de refrões. Fiquei até emocionado ao ver um momento único desses registrado em dvd, uma relação que poucas bandas têm com seu público. Eles são os bardos. Nós somos os exércitos. As músicas, nossos hinos de batalha. Fantástico!

Toda essa maravilha é seguida por uma das melhores músicas da banda, na minha opinião. "A past and future secret" é uma balada com pegada completamente medieval, que me fascinou desde a primeira ouvida. Infelizmente, devo dizer que é uma das que perde pela ausência de orquesta e coral, enfraquecendo seus momentos enérgicos. Mas, depois de todo aquele "Valhalla... Deliverance... Why've you ever forgotten me", é bom uma descansada, com direito a cenário com piras e fogo, direto da Inglaterra arturiana.

Que não dura muito, evidentemente. A música que vem depois é uma do par do último disco, e a mais agressiva deste: "Punishment divine". Também é a que chama menos atenção em todo o show, portanto aproveitei para fazer o jantar (ei, você esqueceu que, se eu pausasse o vídeo, teria que ter todo o trabalho de sincronizar o vídeo de novo? E é chato para cacete, uma diferença minúscula já atrapalha muito. Então minha experiência tinha que ser praticamente em tempo real...).

Mas uma do "Imaginations..." vem depois, "Mordred's Song", ótima música e com um momento de destaque ao final, com a repetição da melodia medieval do início. A próxima música uma das minhas favoritas da "primeira fase" do Blind Guardian (i. e. o speed metal direto dos primeiros discos), "Last candle", uma pancadaria cheia de melodias fantásticas. Infelizmente, desde o seu começo fenomenal foi zoada por uma falha de sincronia, que tive que passar toda a faixa consertando. Chato demais e só com muita vontade para ver um vídeo assim, eu garanto... Mas pelo menos consegui pegar bem o final, onde a banda volta a fazer a mesma brincadeira de antes com os versos finais, repetindo-os apenas com público e a bateria tocando. E quando tudo pára e vêm os aplausos, o que ouvimos surgir da platéia? "Valhalla... Deliverance..." Meio descoordenado desta vez, mas uma bela ligação com o momento anterior do show.

Ao menos as próximas faixas seguiram todas em boa sincronia. E o que falar da tríade de "Imaginations..." que se segue, "Bright eyes", "I'm alive" e "Another holy war"? Só sendo muito foda para conseguir suplantar esse álbum como o top no coração dos fãs (e "Nightfall..." consegue, mas não é unanimidade). Entre estas faixas, o primeiro grande "hit" da banda, lá do terceiro disco, "Tales from the twilight world". E qual música mais teria tanto status, para uma banda famosa por sua conexão com Tolkien, do que "Lord of the rings"? Iniciando mais próxima da versão acústica do "Forgotten tales" (que eu considero superior), ela ganha uma energia incrível no final. É o momento do show em que o público mais se agita, pulando ao ritmo do refrão, certamente causando um pequeno terremoto naquele setor da Alemanhã.

A música que se segue é uma escolha arriscada. "And then there was silence" é a segunda música do "A night..." a aparecer, e, além de todas as firulas de estídio, possui mais de 14 minutos na versão original. Não exatamente a coisa mais adequada para um show, e eu estava meio cético. Mas, diabos, não é que a banda conseguiu o milagre de adaptá-la perfeitamente para o palco, e na íntegra, ainda por cima? Mais que isso, o Blind consegue manter o pique e o interesse do público o tempo inteiro, inclusive com um dos trechos (o que tem a vocalização com "lálálálá... etc.") sendo um ponto alto de empolgação. Surpreendente!

Entrando na parte final do show, temos uma música do quarto disco, de 1992, e pouco tocada atualmente, a faixa-título "Somewhere far beyond". Muito bem recebida desde a introdução com gaitas de fole, serve como entrada para a outra música do mesmo disco. Uma coisinha acústica de pouca relevância chamada "The bard's song - In the forest"...

Não há a menor dúvida de que este seja o hino da banda, não importa quantos "Imaginations..." e "Nightfalls..." venham pela frente (inclusive eles já lançaram um mini-disco apenas com várias versões da música, tocadas de diversas maneiras e para diversas platéias). Hansi poderia aproveitar esse tempo para ir tomar um chope no camarim, pois é verdadeiro dizer que nesta música é ele quem acompanha o público. Mas ele ainda disfarça cantando uns versos, enquanto os violões levam todos à Terra-Média. Certamente o segundo melhor momento do show (perdeu só pelo "efeito-supresa" do primeiro).

Para fechar antes do bis, a faixa título de "Imaginations...", botando a vibração lá no alto de novo. Ao fim dessa longa faixa, a banda abandona o palco, após mais de uma hora e cinquenta de show. Já seria uma grande duração e um evento histórico, mas o Blind ainda tinha algumas cartas na manga. De volta para o palco, soa o enérgico início da adequadíssima "And the story ends", com o verso-título sendo berrado à toda no refrão. E, para fechar, nada melhor do que a faixa mais cultuada do disco mais cultuado: "Mirror mirror", do "Nightfall...". Não é uma das minhas escolhas top daquele disco, mas é bem popular entre os fãs, e, somando à pirotecnia e ao fato de ser a última da noite, agita como poucas antes agitaram. É incrível, parece até começo de show, banda e público mostram um fôlego invejável! A sincronia até foi para o espaço de novo nesse finzinho, mas nem me importei. Já tinha sido tudo bom demais.

E então a história acaba de vez. Há algumas faixas ao vivo bônus no dvd, mas não se comparam ao show único. Para ficar na memória e felizmente registrado para todo o sempre. No fim, o dvd não provoca apenas um pensamento de "bah, como eu queria estar lá", mas um de "bah, eu praticamente estive lá!"

E, conforme os créditos rolam e a banda agradece, o público volta a entoar, espalhando-se pela noite alemã: "Valhalla... Deliverance... Why've you ever forgotten me". Nenhum dos afortunados presentes, jamais esqueceu, certamente...

5 comentários:

Rodrigo Oliveira disse...

Bah, deu vontade de ver a parada, agora. Não a sua versão, claro. ouvindo Blind o dia inteiro aqui no trampo. flow.

Félix B. Rosumek disse...

Rodrigo, vale a pena para caramba o tempo de download. Com um Player mais novo com codecs adequados (Xvid), o vídeo deve rolar bem. Os links estão nessa comunidade:

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=95088475

Lena burra disse...

Deixando de lado o fato de eu ter comentado no post errado... aqui vai:
Ahhh, quanto tempo não lia teu blog! Que saudade...
Então, compartilho a opinião de que vale mais a pena comprar dois CD's do que um DVD, assim como o sonho de ter/assistir o Imaginations (through, não?) the Looking Glass. Mas, vida de estudante é isso aí.
Quase morri de tanto rir imaginando o Hansi dançando feito a tia do Calipso, Joelma, creio eu. Ah, e a germânica barriguinha de chope dele, aliada à voz, é que o faz ser Hansi Kürch! hahaha
Beijão, tutor preferido!

Félix B. Rosumek disse...

Lena, consertei o título, caí na pegadinha do trocadilho que eles fizeram com o "Imaginations from the other side".

Pior foi ter gasto mais um tempão de novo para baixar o vídeo em outros links, só para ver que era exatamente o mesmo vídeo, com os mesmos problemas. Argh!

Mas acho que em um PC mais novo ele deve rodar...

Thiago Duwe disse...

boas risadas nessa madrugada em blumenhell...:)